Die Stadt ohne Juden (A cidade sem judeus)

Este filme austríaco tem o interesse de colocar em questão o antisemitismo do seu tempo (1924), antevendo ironicamente o que viria a acontecer.

O argumento do filme foi retirado do romance homónimo de Hugo Bettauer (1872-1925), um escritor austríaco de origem judaica cuja vida decorreu entre a Áustria e os Estados Unidos da América. O romance era já um êxito quando serviu de base ao filme. Bettauer veio a Viena no momento da estreia e foi assassinado por um militante nazi.

Uma das personagens principais do filme é representada curiosamente por Johannes Riemann (1888-1959), um actor que viria a render-se ao nacional-socialismo, participando da sua ideologia e da sua cultura. Sobre a fimografia de Riemann, veja: http://www.imdb.com/name/nm0726256/

São três histórias que a pena aprofundar: a de Die Stadt ohne Juden, a de Bettauer, o escritor, o publicista de ideias políticas e sociais arrojadas, num contexto histórico e pessoal difícil e a de Riemann, um homem que aos cinquenta anos, a meio da carreira, aceita fazer de figura de proa da cinematografia nazi.

Die Stadt ohne Juden (A cidade sem judeus)

Este filme austríaco tem o interesse de colocar em questão o antisemitismo do seu tempo (1924), antevendo ironicamente o que viria a acontecer.

O argumento do filme foi retirado do romance homónimo de Hugo Bettauer (1872-1925), um escritor austríaco de origem judaica cuja vida decorreu entre a Áustria e os Estados Unidos da América. O romance era já um êxito quando serviu de base ao filme. Bettauer veio a Viena no momento da estreia e foi assassinado por um militante nazi.

Uma das personagens principais do filme é representada curiosamente por Johannes Riemann (1888-1959), um actor que viria a render-se ao nacional-socialismo, participando da sua ideologia e da sua cultura. Sobre a fimografia de Riemann, veja: http://www.imdb.com/name/nm0726256/

São três histórias que a pena aprofundar: a de Die Stadt ohne Juden, a de Bettauer, o escritor, o publicista de ideias políticas e sociais arrojadas, num contexto histórico e pessoal difícil e a de Riemann, um homem que aos cinquenta anos, a meio da carreira, aceita fazer de figura de proa da cinematografia nazi.

Um povo encarcerado

Después de una negativa, la mayoría de los que solicitan un permiso de viaje desiste de volver a pedirlo. Pocos, muy pocos, siguen insistiendo cuando ya han escuchado más de tres veces la escueta frase “Usted no está autorizado a viajar”. Sólo un puñado de testarudos –entre los que me incluyo– regresa al Departamento de Inmigración y Extranjería para reclamar la llamada tarjeta blanca si se la han negado en cuatro ocasiones. Aunque con cada nueva petición parecería que las posibilidades se vuelven más remotas, me impulsa el dejar claro que mi reclusión en esta Isla no ha sido por no haber agotado todos los caminos legales.

 

Veja a continuação no blogue Generación Y, editado por Yoani Sánchez, em Havana