O ensino da história de acordo com o Miguel Real

Não resisto a citar o Miguel Real daquela entrevista (ver post anterior). É que com isto estou de acordo. Não há volta a dar-lhe. Ele tem toda a razão.

 

Não estou muito de acordo com a história ao vivo, aquela antiga metodologia de história em que para se perceber a Idade Média vamos fazer uma feira ali: um aluno veste-se de rei, outro de …..Eu penso que essa ideia foi um bocadinho ingénua, ingénua no sentido em que a história necessita primeiro de memorização, compreensão/memorização e depois de uma reflexão. Isso deve ser feito na sala de aula, pode ser feito com filmes, na história do século XX temos imensos filmes para isso, sobre a 2ª guerra mundial há filmes que nunca mais acabam e há filmes mesmo didácticos, sobre o Hitler, sobre a 2ª guerra mundial em geral. A história devia ser uma das disciplinas principais, mais até do que a literatura, para falar verdade; a história devia ser uma espécie de linha dorsal de um plano de culturalização do aluno, de consciencialização do seu lugar na história.

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