Sucesso na aprendizagem

These Three Red States Are the Best Hope in Schooling – neste artigo do New York Times, verifica-se que os estados republicanos, especialmente os do sul, mais pobres e mais conservadores, estão a ter mais sucesso educativo do que estados democratas, supostamente mais ricos e com políticas mais “progressistas”. 

De 1990 a 2015, os resultados educacionais melhoraram no ensino básico e secundário americano (K12), mas a partir daí começaram a descer. Têm sido atribuídas as seguintes causas: redes sociais, ecrãs e baixa assunção de responsabilidades na educação (“accountability”).

Vários estados deixaram de dar tanta importância à avaliação externa (“testing and outcomes”), mas isso não aconteceu em sítios como Mississippi, Louisiana e Alabama. A lei de No Child Left Behind de 2002, iniciada com G. W. Bush (lembremo-nos de que ele estava a ler com crianças numa escola quando o vieram informar do 11/9), foi abandonada em 2015, no tempo de Barack Obama. Acho que isso se deve a posições ideológicas sobre educação que devem ser revistas.

Alguns diretores de escolas do Mississippi resumem o sucesso no seguinte “não aceitamos escusas”. Pode haver muitas explicações sociais para o insucesso, mas o que interessa é o que se faz perante essas situações.

Dá-se o exemplo dum aluno do 3.º ano que na verdade ainda se encontra no nível 1. É retirado da turma para um grupo de alunos que se concentra numa tarefa: aprender a ler. 

Aqui vejo um problema bastante comum, também em Portugal: as turmas são feitas com critérios burocráticos (passou ou não de ano? e o que significa isso?) e não com base em critérios pedagógicos efetivos. Se a diversidade de níveis efetivos de desempenho for muito grande, o professor terá dificuldade em desenvolver as aprendizagens de todos. E o princípio é que não podemos desistir de nenhum deles. Se um aluno está numa turma do 5.º ano e tem um nível de leitura insuficiente, temos que fazer alguma coisa, mas o professor tem a desculpa de que tem de “dar o programa” para os que o conseguem abordar. A nossa ideologia educativa é cheia de palavras de ordem como “individualização da aprendizagem”, “respeito pelos diferentes ritmos de aprendizagem”, mas será que têm alguma efetividade? Haverá, com certeza, escolas onde será esse o caso. Que nos digam, então, como fazem para aprendermos todos uns com os outros.

E os NEE? “Disadvantaged students get extra help but are pushed to succeed on the same terms as everyone else, for that is what the adult job market will demand.”. Pois os testes de avaliação servem para dizer o que um aluno sabe e é capaz de fazer. Assim como as notas. Sou contra os “chumbos”, mas defendo a verdade das notas. Com base nesses números, se forem verdadeiros, podemos tomar decisões sobre como cada aluno deve prosseguir sem deixar aprendizagens essenciais para trás.

Do outro lado: verifica-se que a Universidade da Califórnia se queixa de que muitos dos seus calouros não dominam competências matemáticas equivalentes (estou equiparando) às do 9.º ano de escolaridade, mas chegam com classificações da ordem GPA 4.0 (Grade Point Average) que equivalem a 5 e a 18-20 nas nossas escalas.

Isto tem a ver com a tal manipulação das desculpas referidas acima: “Colleges have accepted dubious claims of disability so that students can, for example, get extra time for tests. The Atlantic reports that 38 percent of Stanford undergraduates are registered as having a disability.”

A verdade e a autenticidade das classificações são um problema de informação; se não distinguem nada, não servem para nada. Para os alunos mais fracos, notas desajustadas são um presente envenenado, que deixam de valer no mercado das apreciações precisamente por lhes terem sido atribuídas. É ao fim e ao cabo uma coisa muito fiduciária.

Os EUA apontam armas à Europa e à América Latina

O presidente eleito do estado federal americano declarou que não põe de lado a hipótese de utilizar a força para se apoderar da Gronelândia. Isto é, propõe-se a atacar a Europa se esta não satisfizer as suas exigências expansionistas para o solo europeu. 

Que se passou no genial cérebro do próximo presidente, que em nenhum momento debateu com os seus adversários eleitorais esta proposta de conquistar parte da Europa?

Embora a ideia não seja nova, a reedição da proposta e correspondente ameaça leva-nos a pensar nos seus pressupostos e inferir eventuais consequências.

Nos meandros cerebrais trumpianos, terá o sujeito que lá pensa e existe concluído que não conseguirá cumprir a sua promessa de acabar com a guerra da Ucrânia e com a da Faixa de Gaza em dois dias. Nem Putin, nem Zelenski, nem Netanyahu, nem tampouco o Hamas, irão aceitar as suas exigências a não ser que vá lá ele próprio colocar-se na fronteira russo-ucraniana de metralhadora em punho e vá ele mesmo procurar os reféns aos túneis da já escavacada Gaza.

Como não está para isso e as possíveis interpostas pessoas que o poderiam substituir nessas missões são incompetentes por definição, conclui cartesianamente que as duas guerras não acabarão nos tempos previstos na sua profecia. Do facto de não conseguir nada, conclui que há um novo estado de coisas em que cada um manda nas suas zonas de influência: Putin na Rússia e arredores, aí compreendendo-se a Ucrânia e o mais que houver; Xi-Jinping na China e em Taiwan; Netanyahu em Israel, na Palestina e no Líbano. 

E que poderão ganhar os EUA nessa nova era? Pois não terão de autolimitar-se a regras caducas! A Gronelândia e o Canal do Panamá devem pertencer aos EUA! Motivo: o interesse nacional dos EUA, na interpretação de Trump.

Esta nova ordem implica uma nova interpretação da história recente e abre a perspetiva para novas guerras próximas. A invasão do Iraque e Koweit por Bush em 1990 terá sido apenas um conflito entre os interesses dos EUA e os do Iraque. Ambos tinham razão, ou antes, as suas razões, mas como se sabe impera a do mais forte.

Vêm aí novas guerras que se justificam com os mesmos princípios de Trump:

Maduro vai conquistar uma parte da Guiana. Será uma guerra entre os interesses legítimos da Venezuela e os interesses igualmente legítimos dos EUA, pois parece que os da Guiana não contam.

A China, concordando integralmente com os novos princípios trumpianos, vai invadir e conquistar Taiwan, para dar por concluída, enfim, a revolução comunista pausada em 1949. Paradoxalmente, terá sido necessário a China render-se ao capitalismo, mas não aos direitos do homem, nem ao estado de direito, nem à democracia liberal, para que Taiwan tenha sido integrada numa nova ordem que já nem sequer é maoísta. Mas também que quer Taiwan, já que pode prosperar na nova China capitalista dirigida pelo Partido Comunista?

Em múltiplas guerras se envolverá a China: com a Índia, com o Vietnam, com as Filipinas, eventualmente com a Austrália? Que fará Trump? Reconhecer que esses conflitos são da esfera de influência chinesa e nada têm a ver com os EUA?

O avanço dos EUA para o Canal do Panamá terá a virtude de reacender o anti-imperialismo latino-americano. Vêm aí guerrilhas anti-americanas por todo o lado. Mas, no plano internacional, que terão a dizer sobre isto o Brasil, a Colômbia e o México?

Irá Trump apoiar Milei numa nova querela entre a Argentina e o Reino Unido a propósito das Malvinas?

Guerra civil nos EUA e escravatura

A guerra civil dos EUA (1861-1865) tem uma relação não tão evidente com o abolicionismo como habitualmente a costumo pensar, pois as armas só começaram a falar mais alto após o ataque dos estados confederados a instalações militares que faziam parte da União. De facto, não foram as exigências abolicionistas do Norte que precipitaram a guerra, antes pelo contrário, foi o Sul que pretendia mais proteção ao estatuto da escravidão. Queriam, por exemplo, que os escravos que fugiam para estados livres fossem perseguidos e entregues à origem. Vários estados que mantinham a escravatura faziam parte da União e não aderiram à Confederação. Se os estados do Sul não abandonassem a União e entrassem em guerra, talvez a escravidão não tivesse sido abolida, pois bem poderia continuar a ser uma questão interna de cada estado.

Ver a este respeito a nota que Krugman faz a este respeito ao comentar declarações de Trump: “Trump, on the Civil War, in His Own Words”

O artigo da Wikipedia sobre a Guerra de Secessão também formula a mesma perspetiva: Lincoln “não tinha intenção de invadir os estados do sul, nem pretendia acabar com a escravidão onde ela existia, mas disse que usaria a força para manter a posse da propriedade federal”.  

Sujeito e predicativo

Comentário a O Ciberdúvidas anda distraído da Sintaxe”.

No DTsujeito é “Função sintáctica desempenhada pelo constituinte da frase que controla a concordância verbal.” Assim, mesmo as frases de sujeito nulo como “hoje está frio”  têm sujeito já que há uma entidade que, embora não apareça à superfície, controla a concordância.

Em línguas que não permitem o sujeito nulo como o francês, ele aparece em frases equivalentes: “Aujourd’hui il fait froid”. Assim como em inglês, “It‘s cold today”. 

O que define o sujeito é a concordância com o verbo. Se “A rapariga é bonita” muda no plural, para “As raparigas são bonitas“, verifica-se que o sujeito se liga ao verbo pela concordância em número e pessoa. Nos copulativos, como se observa no exemplo acima, é não só o verbo, mas também o predicativo que concorda com o sujeito em género e número. “O rapaz é bonito“, “Os rapazes são bonitos“. 

Como o DT explica, a sintaxe tem a ver com a combinação das palavras para formar frases e não com as relações de sentido. “Disciplina da linguística que estuda a forma como as palavras se combinam para formar unidades maiores”. O que a sintaxe tem de fazer é combinar esses elementos para formar entidades que fazem sentido. Deste, trata a semântica. O mesmo sentido pode ser expresso por frases com estruturas sintáticas diferentes. As regras da sintaxe apenas têm de assegurar a sua boa formação.

Visões do colonialismo: escravatura e trabalho forçado no Estado Livre do Congo

Assinalam-se frequentemente os massacres ocorridos no Congo Belga sob o poder do rei Leopoldo II. Dez milhões é o número de mortes dado. As vítimas tinham origem no trabalho forçado e na resistência ao domínio belga. Os seus causadores foram principalmente os congoleses que estavam ao serviço do Estado Livre do Congo. Um dos principais objetivos declarados por Leopoldo II era acabar com o tráfico de escravos que ainda ali se fazia, principalmente, em rotas dominadas por traficantes árabes. Na verdade, o que Leopoldo fez foi substituir a escravatura pelo trabalho forçado, tal como as autoridades coloniais portuguesas do final do século XIX fizeram nos seus territórios.

O artigo “Congolese Genocide: The Overlooked History of the Colonized Congo” tende a colocar toda a responsabilidade sobre Leopolodo II e a sua administração esquecendo a culpa dos executantes africanos. Na história dos horrores do colonialismo, europeus e africanos estiveram frequentemente juntos. Marietta Korfiati, a autora, embora não ilibe estes agentes africanos, vê a origem de todo o mal nos europeus. Assim, para ela, até a atual violência no Congo tem origem em Leopoldo II.

Para fazer história colonial a sério, importa descobrir quem fez o quê e por que condições mentais de africanos e europeus tais atrocidades foram possíveis. Assim, se aqueles europeus se acreditavam superiores ao ponto de não se importarem com as mortes e sofrimentos infligidos às populações congolesas, que dizer do que fizeram africanos, quer os que estavam ao serviço do Estado colonial quer os outros que se lhe opunham?

Um exemplo desta falta de análise crítica está nas imagens retiradas do livro de Stanley – The Congo and the founding of its free state; a story of work and exploration. New York: Harper & Brothers. 1885, pp. 181-182 -, totalmente descontextualizadas para servirem o propósito de expor as crueldades do imperialismo e do colonialismo. Uma que me intrigou foi aquela que exibe a execução de escravos pelos Wakuti. Stanley apresenta essa imagem como ilustração de um facto por ele testemunhado. Os escravos referidos estavam a ser mortos para acompanharem, no funeral, um chefe recentemente falecido. Os europeus presentes na imagem pertencem à expedição de Stanley que explica no texto os motivos da sua não intervenção na copiosa mortandade, que em sua opinião provocaria ainda mais mortes, mas era este tipo de eventos que justificava a sua posição e ação como explorador e agente do rei Belga. 

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Dei com esta mesma imagem a ilustrar o genocídio atribuível a Leopoldo II num artigo do Quora.

Muita da história sobre isto resume-se a incluir factos valorados negativamente numa metanarrativa já feita que tem como personagens principais o imperialismo e o colonialismo. No caso, trata-se de um genocídio que estava a acontecer havia séculos: africanos a capturar e a matar outros para os vender a traficantes europeus e árabes.

Para compreendermos o que estava em jogo no colonialismo do final do século XIX, temos que olhar para os testemunhos contemporâneos. Veja-se, por exemplo, o historiador George Washington Williams que investigou e denunciou a situação de violência e trabalho forçado imposta aos congoleses numa carta dirigida ao rei Leopoldo em que o acusa de toda a violência e falsidade do empreendimento Estado Livre do Congo. Fá-lo em nome dos valores da Conferência de Berlim – que o rei é acusado de infringir – e o que exige é mesmo o cumprimento do que poderíamos chamar “missão civilizadora”, portanto, em nome de um colonialismo ideal dirigido ao fim da escravatura, à educação dos “nativos”, à criação de hospitais, etc… Assim pensava um historiador afro-americano que lutou na guerra civil contra a confederação esclavagista.

Pedir desculpas a quem?

O tema do pedido de desculpas e/ou de reparações coloniais vai e volta. Aqui, analiso a questão a partir de um texto publicado em 2021. 

“Quando há erros históricos devem ser reconhecidos” – afirma Vitor Ramalho no Público . Referia-se aos “crimes do colonialismo”. Se se considera o colonialismo um crime ou um erro, não haverá crimes, mas apenas um único grande crime com diversos episódios. Neste caso, teremos que nos questionar a respeito do ethos que nos permite julgar esse período histórico, após o seu fim, na vigência de movimentos ideológicos e políticos que só existem numa realidade resultante da colonização. Descolonização, nacionalismo e socialismo africanos com o seu cortejo igualmente pesado de mortes e sofrimento para vários povos de África radicam precisamente na ação colonial, sem a qual não existiriam mesmo as atuais nações africanas.

Como aparece no plural, “crimes do colonialismo”, trata-se não do colonialismo como um todo mas de ações que têm que ser identificadas para se poder fazer a seu respeito um pedido de desculpas, como no exemplo dado da expulsão dos judeus de Portugal em que se pressupõe a existência de uma entidade – o estado português – cuja continuidade é afirmada como uma pessoa supra-histórica, não obstante as revoluções havidas, com muitas guerras e mortes cá em casa, para nos responsabilizarmos agora com toda a história passada. Será que o estado português deverá também pedir desculpa pelos crimes cometidos por cada um dos reis que em dados momentos da história dirigiram este “nosso destino”? Por exemplo, aos descendentes do conde Andeiro, aos dos Távora, etc.

Lamentar que determinados eventos tenham sucedido, condenar os princípios ideológicos que sustentaram ações políticas do passado, mostrar o facto de colonialismo, racismo e semitismo estarem ultrapassados pela história das mentalidades e das ideologias é um imperativo atual, mas tal lamento não justifica a ideia dum “pedido de desculpas”, desde logo por não haver destinatário para tal.

Com efeito, não vejo nos países africanos, um processo interno de pedido de reparações ou de desculpas, pelo tráfico de escravos e pelas rapinas que o sustentavam internamente. Inúmeros reinos e impérios africanos beneficiaram com a captura e a venda de escravos aos europeus. No século XIX, muitos dos que resistiram às guerras da ocupação efetiva de África eram líderes africanos que estavam a perder o negócio. Lembremos que um dos objetivos internacionais da dita ocupação efetiva era precisamente acabar com o tráfico.

No caso dos judeus, talvez D. João III pudesse pedir desculpa e indemnizar as vítimas, mas, ele não tinha os nossos princípios morais que derivam de uma longa história que inclui a afirmação dos direitos do homem, após as revoluções dos séculos XVII, XVIII e XIX. Muito pelo contrário, o primeiro tornou ainda mais difícil a vida dos judeus que ficaram com a instauração da Inquisição. Os descendentes desses e de outros judeus viriam ainda a sofrer inúmeros crimes populares e políticos por toda a Europa de que se destaca o do Holocausto nazi.

Identificar atos políticos merecedores desse pedido de desculpas também não é fácil. Para o fazer, temos que identificar as motivações e as opções efetivas que tinham os agentes que terão cometido esses crimes. Lembro-me da minha consciência de jovem português que via nos meus colegas de escola de todas as raças portugueses como eu, de pleno direito, um pensar e sentir que resultou da educação que recebi na escola. Mais tarde, compreendi essa inflexão histórica que aconteceu nos anos 60 em resposta à luta armada e à condenação política internacional, mas essa ideologia foi eficaz internamente e  conduziu à expansão da educação que transformou milhares de africanos em portugueses. Teria de haver liberdade para haver discussão ideológica e formação de consciências pelo debate e pela argumentação. Felizmente, para ele, o caso de Vítor Ramalho que apreendeu aos 18 anos a iniquidade do “regime colonial” nos anos 70, numa altura em que o próprio regime já não se considerava colonial.

É seguramente possível avaliar e julgar como criminosa a decisão do governo português de não aceitar o princípio internacional da autodeterminação e enveredar pela guerra colonial e pela criação do discurso que a sustentou e que minou milhares de consciências sem alternativa, mas não pedir desculpa por a nossa história desde a reconquista cristã, já cheia de cativos, de judiarias e mourarias, até ao 25 de abril, ter sido o que foi.

 

Anti-Semitismo

A utilização do termo anti-semitismo para referir o sentimento anti-judaico de muitos árabes é problemático porque os árabes são tão semitas quanto os judeus. Em termos mitológicos, ambos os povos são descendentes de Sem, um dos três filhos de Noé. Em termos científicos, a língua árabe faz parte do grupo das línguas semitas, tal como o hebraico. O próprio Antigo Testamento, em Génesis, erra ao considerar os Cananeus como descendentes de Cã, um outro filho de Noé, pois a língua dos cananeus era, de entre as semitas, a que mais se aproximava do hebraico. Cananeus e Fenícios, outro povo semita, legaram-nos os primeiros alfabetos. Um outro povo vizinho destes foram os Arameus, cuja língua se tornou na mais difundida no Médio Oriente, desde os tempos do Império Persa até ao século I. Jesus falaria aramaico.

Presidenciais americanas – os outros

São habitualmente esquecidos nas notícias o que sugere, aos menos informados, que nos EUA só há dois partidos:

– O Green Party vai fazer campanha para a presidência.

– Sobre os independentes, note-se que Cornel West, que iria disputar as primárias no Green Party,  decidiu ir como independente.

– O partido libertário também costuma ter candidatos à presidência.

– Há outros partidos com menor expressão a nível nacional, como o Alliance e o Constitution.