
Atentemos nas ideias-chave que há quase meio século dão forma ao nosso horizonte pedagógico:
– O que importa, sobretudo, na educação não é o que se aprende, mas aprender a aprender.
– O ambiente deve ser rico, diversificado e estimulante.
– É preferível pôr o aluno a descobrir do que lhe dar de mão-beijada os conteúdos. É neste “descobrir” que radica o “aprender a aprender”.
– Importa evitar o decorar de coisas que não se compreendem plenamente.
Na Fundação Franciso Manuel dos Santos, num novo encontro de especialistas, contrapõe-se:
– O conhecimento implica prática, memorização e reforço, também através de testes (que não servem só para avaliar).
– O ambiente ganha em ser austero – paredes nuas – a fim de impedir distrações.
– Os textos devem ter a informação assinalada e sublinhada para facilitar a absorção.
– Envolvimento e atividade por parte dos alunos são requeridos no exercício e treino de competências. Fazer um teste faz parte do que se chama “atividade”.
– Colocar problemas e pôr os alunos a raciocinar sobre hipóteses antecipando caminhos de resolução e a apresentação de soluções é uma boa prática. Se acham que isto é “descobrir”, então ainda bem.
Aqui no Educare.
