A começar pelo princípio

António Barreto e Nuno Crato querem falar de Educação, “a começar pelo princípio”, num ciclo de conferências, noticiado pelo Educare. Nela participa o filósofo Fernando Svater, o autor de O Valor de Ensinar e várias personalidades, cujos nomes aqui ficam para futura referência:

  • Ricardo Moreno Castillo, um professor de Matemática madrileno,autor de De la buena y de la mala educación;
  • Michel Fayol, um psicólogo francês que tem produzido estudos científicos muito valiosos sobre a maneira como se aprende matemática;
  • Roger Beard e Linda Siegel, especialistas no ensino da leitura

Na entrevista ao Educare, Nuno Crato enfatiza as ideias que já lhe conhecemos:

  • A motivação não é um pressuposto inicial da aprendizagem
  • A compreensão crítica não deve ser um objectivo primordial e não se opõe à memorização e ao treino
  • O ensino não se deve basear preferencialmente no contexto cultural ou vivencial dos alunos
  • Deve-se insitir na a generalização e na abstracção e não restringi-las.
  • Os docentes são os agentes decisivos do ensino e têm sido menosprezados e desautorizados
  • A avaliação dos professores não deve ser feita independentemente da avaliação dos alunos
  • Predominam crenças infundadas no valor da “vivência dos alunos”, da “autoconstrução” da aprendizagem, do “ensino em contexto”, das actividades e das “investigações”

Veja, se quiser, mas não diz muito mais do que escrevi: Educare, “Começar pelo princípio”


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