Contra quem no vespeiro da Síria?

 

Há um ponto em que estou de acordo com os conservadores David Horowitz e Robert Spencer:

Os Estados Unidos e os países democráticos não têm que apoiar todos os que se opõem a Assad só para garantir o fim deste. Muitos destes grupos prometem muito mais totalitarismo do que o atual governo sírio impõe aos seus cidadãos.

Os atos de genocídio do atual presidente assim como os do seu pai são uma faísca se os compararmos com a fogueira que os grupos sunitas radicais oferecem. O “exército islâmico” é apenas o mais poderoso de entre eles. Se os EUA bombardearam sem querer a Nusra Front em vez do Estado Islâmico, isso é grave para a oposição Síria, mas a verdade é que este grupo está ligado à Al Caida, já cometeu atos semelhantes aos do ISIL e pretende também a criação dum estado islâmico.

Enfim, todos eles são inimigos da democracia e da liberdade, tanto Hafez Assad como muitos dos seus opositores.

Realço isto, enfatizando o muito pouco que tenho em comum com esses senhores.

2 comentários em “Contra quem no vespeiro da Síria?”

  1. E viva a “Primavera Árabe”! 
    (A ingenuidade e o lirismo estão entre os melhores aliados da tirania)

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